Quarta-feira, 25 de Abril de 2012


continuo sem perceber,
pergunto-me se 1h era tudo o que eu merecia,
foi tudo o que tive direito,
para defender este amor que julgava nosso,
e por mais razões lógicas que explanasse,
nenhuma aqueceu esse teu coração frio de advogada,
acho mesmo que te facilito a vida quando não insisto no nosso amor,
permiti que tudo fosse fácil de mais,
e depois, estas merdas das redes sociais onde poucos dias depois de me abandonares,
me deixam tão fodido por ver uma foto tua em que estás tão bonita,
a emanar esse brilho ofuscante que só em ti vejo,
será que o panasca que te deu a canção do bandido,
como eu te dei há tanto tempo atrás, sabe o quão fantástica e especial és?
eu sei, e sou completamente apaixonado desse ser incrível,
nunca nenhuma mulher me deixou e não mais voltou,
todas acabaram por voltar, tu inclusive também voltaste noutras ocasiões,
Sinto que não sei nada do que se passou contigo depois da russia,
sei que adorei conhecer e partilhar tudo contigo durante essa viagem,
como em todas as outras que fizemos, acho que tu também,
para mim tudo estava bem, e de repente tudo desapareceu,
dizes que já não sentes o mesmo, até que há uma pessoa que te "puxou interesse",
todas as relações têm fases difíceis, e se não me puxares para ti é óbvio que não vou poder ser o teu Homem,  e eu sempre tão desejoso de o ser,
sinceramente nem sei o que escrevo nem para quem, sinto-me tão sozinho e despojado de vida que tudo me parece um pesadelo que teima em não terminar, só sei que para mim ainda nada faz sentido e tenho tantas coisas para te perguntar, para te mostrar,
quando me despedi de ti senti-te vacilar,
no entanto pelo respeito que te tenho não fui capaz de tentar que fosses contra a tua razão e respeitei a tua decisão, só que estas merdas são do coração e não da razão, estou tão à toa com a forma como tudo isto aconteceu, este texto desconexo e desorganizado é o espelho daquilo que sou neste momento, no qual as unicas certezas que tenho são que te amo muito, que fazer amor contigo é tudo o que quero e que tenho tanto para te contar, tenho tanto para descobrir contigo...


Sinto que toda a gente sabe mais da minha/nossa história recente que eu próprio,




Ahhhh minha Rainha que saudades do teu gosto...
Não desistirei de ti nunca, pois se o fizer estarei condenado a ser infeliz para todo o sempre... e esse teu mundo é o meu também!
Pena é que a vida não espere, e esta agonia mata-me... de amor.

São três da manhã,
venho tão desiludido com a vida,
venho tao sózinho dela,
procuro-te em todo o lado,
em qualquer hora,
sei que estás longe(suponho-te),
no entanto não consigo impedir o meu olhar,
rumo à tua janela sempre que passo.


Mal abro a porta do meu prédio,
imagino-te,
alegre, feliz, sorridente, encantada, apaixonada,
por mim, pela vida, pelo que vale a pena viver,
e sou invadido por ti,
uma vez mais,
estás comigo, como sempre desde que te amo,
mas dói saber que eu já não estou contigo,
imagino-te subir a escada,
como sempre à minha frente,
eu, contemplo a tua silhueta,
tu deslumbrante e curvilinea,
esgueiras-te escadas acima,
com o sorriso mais bonito que te conheço,
preciso desse cafuné,
preciso de sentir a tua cabeça no meu peito,
estar contigo,
é o que mais sinto falta,
só estar, trocar olhares cumplices,
saber que estás ali,
ver-te espalhar toda essa classe,
iluminando tudo quando estás,
todo esse charme e beleza cativantes e impossíveis de ignorar,


Até o comboio passa, 
para me dizer que não estás,
que não vieste,
que não te fui buscar,

E eu que sempre quis levar-te comigo a conhecer tudo,a descobrir praias, rios, montes e metrópoles,
é só contigo que quero,
é só contigo que é espontâneo e puro,
quero passear por Lisboa de mão dada,
trocar impressões sobre aromas e sons,
levar-te a um parque,
ficar só a ver o teu rosto descontraído numa brisa do vento,
sem preocupações,
só com aquela paz que sempre disseste, só eu te transmitia,
as lágrimas precipitam-se rosto abaixo,
quero tanto ouvir a tua voz chamar por mim,
tenho recordado tudo o que vivemos,
sei que isto não pode ficar assim.


beijo no pescoço, dorme bem pekenina


o sexo não me chega,
e o amor sei que não o vou encontrar.

Fui vencido pela vida,
sou uma amostra do que fui,
este amor que me trucida,
deixa-me de rastos
sem força para lutar,
sem querer lutar,
preciso de ajuda e não vejo ninguém,
estou só, mesmo na companhia de alguém estou só,
tudo em que acredito caiu por terra,
Pra que estar aqui? Á espera de que?
Felicidade? Mas que merda é essa?
Não acredito, não sei o que é isso
Olho para trás e tudo foi em vão,
Este homem que sempre se achou digno,
está despojado de referencias, de valores, de fé,
Não sei para onde me virar,
nem norte nem sul são caminho,
No peito tenho um buraco que me impede de respirar,
Na cabeça nem consigo perceber bem,
e tudo isto sempre só,
De que serve ser bom? De que serve ser algo?
Tudo isto me deixa numa espiral de destruição,
tirem-me esta dor,
eu não aguento mais estes dias cinzentos,
já não tenho orgulho em mim próprio,
e tudo demora tanto tempo,
Não sei fingir que estou bem, não sei camuflar a minha pele,
o tudo para mim é nada e o nada para mim é pouco,
estou a resvalar na curva mais intensa do meu ser,
não me conheço a mim próprio,
não sem a alegria de viver,
não sem o açúcar que sempre me temperou a alma,
Sou um barco à deriva sem motor velas ou coisa que o valha,
sem farol, sem sol,
tudo é noite e escuridão,
Qual cabo das tormentas, qual cabo da boa esperança,
este cabo é o que dá cabo de mim,
é o que me arrasta pelas vagas sem vontade sequer de lhes fazer frente,
Frente é destino que este capitão não conhece mais,
futuro é direcção que o meu sonar não encontra.


Não posso sequer dizer que sou um rei sem Rainha,
pois sem ti sou um mero camponês que por um dia foi emancipado,
sinto-me um pacóvio que foi papado na curva pelo burguês,
é revoltante sentir que fui vencido por tudo o que mais desprezo.


Nem a música que sempre foi minha companheira nos momentos mais difíceis eu consigo ouvir,
Estou numa casa sem chão, sem tecto, sem paredes,
e no entanto sinto-me aprisionado dentro dela,
Estou sem ar, estou sem mar,
só me resta a brisa do pensamento,
que me deixa tão amargo.
Os pensamentos são facas que me cortam e me atormentam,
não consigo evitar estas feridas,
sempre que penso fico sem sangue,
sempre que sangro lembro-me de ti, de nós,
Até a tentar ser egoísta e a pensar em mim,
morro mais um pouco porque não sei fazê-lo,
não sem te equacionar nesta fórmula que tenho para a vida,
estou um galho seco preso a uma árvore,
esperando por um vento que passe e me leve para sempre,
aguardando para que me desligue do sofrimento,
Não quero nem nunca quis pena,
nem tua nem de ninguém,
Mas dou por mim a indagar-me do porquê de tudo isto...
Porque terei de sofrer tanto?
Porque é que o destino me traçou esta rota de colisão?
Todos os dias auto flagelo o meu corpo,
para te esquecer,
todos os dias flagelas a minha mente,
por te lembrar,
e esta puta desta cidade tem a nossa historia escrita,
nem sequer vislumbro o fundo do poço,
será que cairei muito mais?

CARALHO PÁ... TOU TODO FODIDO
QUE PUTA DE VIDA A MINHA,
FODA-SE TUDO
QUANDO PENSO QUE AMANHÃ ESTAREI MELHOR,
TENHO UM DIA AINDA PIOR.


Ainda por cima dou por mim a sorrir
quando imagino o brilho da tua luz,
como é possível sorrir quando estou tão ferido?
é tão estúpido ser este romântico inveterado que ninguém conhece a não seres tu,
tenho vergonha de ser como sou,
tenho medo de ser doutra forma,
como será que vou renascer?
Acho que não o vou fazer,
estou convicto que esta dor não tem fim,
Se morasses no céu morreria para te ver,
certamente não seria grande a diferença.


Estou ensombrado e perseguido,

Isto não me larga,
No meu rosto,
nem um sorriso contido.


Estou morto de saudade,
ontem no meio de tantas pessoas,
todas juntas eram nada,
Eras tu que buscava com os meus olhos.


Tenho tanta saudade,
desse cheirinho a felicidade,
que é o teu pekenina,
Desses olhos cor de mel.


Tenho saudades,
de te admirar enquanto dormes,
tranquila junto a mim,
resplandecente como uma ninfa.


Ah baby,
que puta de sorte a nossa,
Que puta de sorte a minha,
És tão especial para mim.


Estou um trapo,
tão angustiado, tão impotente,
tão triste, tão sem rumo,
tão...


Trago-te sempre comigo.